Você sabe o que é Orbitopatia de Graves e como esta doença prejudica a sua visão? Esta doença é um processo inflamatório, auto-imune, sistêmico, que acomete a órbita, as pálpebras, a glândula tireóide e as pernas; juntas ou separadas. Esta associado a algum tipo de doença tireoideana especifica como a doença de Graves ou a tireoidite de Hashimoto. Na doença de Graves os sintomas orbitários e palpebrais são mais evidentes. Na tireoidite de Hashimoto costuma apresentar alterações orbito-palpebrais muito leves e auto limitadas.[1]

Para diagnosticar esta doença nos olhos é preciso realizar exames específicos com o oftalmologista especialista. O Dr. Victor Marques de Alencar, é referência no tratamento da Orbitopatia de Graves em Belo horizonte.

Esta patologia geralmente acomete mais mulheres, com o pico de incidência entre 40 e 60 anos de idade, mas os casos mais sérios são apresentados quando os músculos extra oculares são acometidos em grande intensidade. O tabagismo é um dos fatores de risco para o desenvolvimento da doença ou mesmo a piora do quadro de Graves. Associações  com outra doenças auto-imunes como a miastenia gravis e o vitiligo é comum. [2]

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Quais os Sintomas da Orbitopatia de Graves?

Grande parte dos pacientes que apresentam a doença de Graves relata sintomas como retração palpebral (olho arregalado), proptose (olho pra fora), estrabismo, diplopia (visão dupla), quemose (edema conjuntival), úlcera de córnea, neuropatia óptica, olhos vermelhos, sensação de olho seco, dentre outras alterações. [2, 3]

Para se obter o diagnóstico é necessário que o oftalmologista Dr. Victor Marques realize alguns exames como exames de sangue, campo visual, teste de Ishihara, exames de imagem (tomografia computadorizada ou ressonância magnética das órbitas), etc.

Quais os Tratamentos?

A orbitopatia de Graves é tratada de forma multidisciplinar onde o endocrinologista cuida da parte sistêmica e das alterações tireoidianas, enquanto o oftalmologista, cirurgião de órbita, cuida das alterações que acometem os anexos dos olhos (retração palpebral, proptose, diplopia, exposição corneana, neuropatia óptica, etc.). O tratamento cirúrgico envolve cirurgias orbitárias, como a descompressão de órbita, que é indicada nos casos de URGÊNCIA onde o paciente apresenta neuropatia (perda de campo visual), exposição corneana (úlcera corneana) e em casos ELETIVOS, quando a reação inflamatória já está controlada e o objetivo da cirurgia passa a ser o de melhorar a aparência estética. [3]

O tratamento do estrabismo também é realizado, mas na fase em que a doença já esteja controlada. Já o tratamento do posicionamento das pálpebras também é realizado na maioria dos casos de maneira eletiva.

O tratamento anti-inflamatório é realizado com a administração de corticoides venosos ou oral dependendo do objetivo e da agressividade da doença. A outra opção de tratamento anti-inflamatório é a radioterapia que deve ser indicada em casos bem específicos levando em consideração a idade e certas doenças sistêmicas associadas como o diabetes e a hipertensão arterial onde, em alguns casos, pode ter uma contra indicação relativa.

A cirurgia da doença de Graves é realizada sempre que o paciente opte por melhorar a estética na fase que a inflamação já esteja totalmente controlada ou em casos de URGÊNCIA com objetivo de evitar perdas visuais e exposição corneana. [3]

O Dr. Victor Marques, em Belo Horizonte, é expert no  tratamento cirúrgico da orbitopatia de Graves em casos agudos (URGÊNCIA) e nos casos que precisam o tratamento estético.

Entre em contato com o oftalmologista cirurgião de órbita e tenha um atendimento adequado, tire todas as suas dúvidas durante a consulta e cuide da sua visão!

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Referencias:

  1. Tjiang, H., et al., Eye and eyelid abnormalities are common in patients with Hashimoto’s thyroiditis. Thyroid, 2010. 20(3): p. 287-90.
  2. Bartalena, L., et al., The 2016 European Thyroid Association/European Group on Graves’ Orbitopathy Guidelines for the Management of Graves’ Orbitopathy. Eur Thyroid J, 2016. 5(1): p. 9-26.
  3. Dolman, P.J. and J. Rootman, VISA Classification for Graves orbitopathy. Ophthalmic Plast Reconstr Surg, 2006. 22(5): p. 319-24.

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