Tumor De Glândula Lacrimal

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Os tumores que afetam a  Glândula lacrimal são inúmeros. Porém é um tumor raro e tem a incidência pequena de 1 caso para cada 1000.000 de pessoas por ano, sendo a maioria lesões benignas. Existem uma série de tumores mas vamos citar somente os mais comuns.[1]

Os Tumores de Glândula Lacrimal são classificados em Epiteliais e Não Epiteliais.  

Os Tumores Epiteliais são tumores raros sendo 60% dos mesmo benignos onde o mais comum é o Adenoma Pleomórfico.  Este tumor mesmo tendo comportamento benigno caso não seja removido por completo pode recidivar como tumor maligno sendo conhecido como tumor Ex Adenoma Pleomórfico. Os outros 40 % são normalmente lesões malignas sendo os mais comuns o Carcinoma Adenóide Cístico e o Carcinoma Muco epidermóide, sendo estes de uma agressividade significativa. Os tumores de Glândula lacrimal Epitelial devem ser removidos por completo para evitar recidivas e piores consequências.[1]

Os tumores Não Epiteliais correspondem às lesões linfoproliferativas  (linfomas) e tumores mesenquimais (tumor fibroso solitário, sarcomas, etc.. mais raros).

O sinal mais indicativo de Tumor na Glândula Lacrimal é o aparecimento de uma ptose palpebral ou um pequeno desvio no globo ocular, levemente empurrado para baixo. Alguns tumores podem ser sentidos ao toque, e se parecem com um caroço na porção lateral superior dos olhos, dentro da órbita.

O tratamento dos Tumores de Glândula Lacrimal geralmente é cirúrgico, com a retirada completa do tumor podendo em alguns casos precisar associar radioterapia adjuvante.

Leia mais aqui sobre o Câncer de Órbita.

Referências:

1. Andreasen, S., et al., An Update on Tumors of the Lacrimal Gland. Asia Pac J Ophthalmol (Phila), 2017. 6(2): p. 159-172.
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