A descompressão de órbita é o procedimento cirúrgico utilizado para o tratamento da proptose, principalmente na doença de Graves. Apesar do nome pouco usual, esta doença é popularmente conhecida e reconhecida pela característica dos “olhos saltados para fora da órbita”.

A correção desta deformidade ocular é importante, pois trata de questões estéticas, promovendo mais qualidade de vida para os pacientes e, claro, saúde.

De forma geral, a descompressão orbitária é uma solução invasiva mas segura, composta de várias técnicas – selecionadas de acordo com o estado ocular – para dar mais espaço para aos olhos na órbita, ajustando-a a um tamanho compatível com a necessidade.

Resumidamente, os principais métodos cirúrgicos são: ampliação da estrutura da órbita e remoção de gordura ocular. Dependendo da região que causa a proptose, a descompressão de órbita pode ser medial, inferior ou lateral.

Um olho, para ser considerado, pela avaliação clínica, dentro da normalidade, precisa medir entre 16 mm e 18 mm da lateral da órbita até o cume da córnea, se esta classificação é ultrapassada, diagnostica-se o paciente com proptose.

O que causa a proptose?

O tratamento do exoftalmo, outro nome para a proptose, existe e gera resultados positivos comprovadamente e apresenta pequena reincidência de “olhos saltados” após a operação, além de ter curto período de recuperação.

O nome que está por trás dessa doença, na maioria das vezes, é a orbitopatia de graves, originária, por sua vez, da doença de graves. Entenda melhor sobre cada uma delas:

Doença de graves:

Autoimune – ou seja, responsável por criar a si mesma ao fazer com que os anticorpos ataquem uma região saudável do corpo – a doença de graves, que é responsável por tornar a tireóide hiperativa. É a única forma de hipertireoidismo que acarreta problemas diretamente aos olhos.

Os grupos mais suscetíveis a desenvolver a enfermidade são as mulheres acima de 40 anos e/ou que tenham histórico da doença na família e fumantes.

O que é orbitopatia de graves?

É uma consequência da doença de graves. Ao atingir o globo ocular, o sistema imunológico, que já está desregulado, ataca a região: o aumento do volume de gordura, de tecidos conjuntivos e outros músculos é o que desloca o olho da órbita, causando a orbitopatia de graves.

Principais sintomas da orbitopatia de graves:

  • Os já citados olhos saltados;
  • Inflamação na órbita;
  • Sensibilidade à luz;
  • Ardência nos olhos;
  • Visão duplicada (diplopia);
  • Possível perda de visão.

Este artigo trata da proptose causada por orbitopatia de graves, porém, ainda que o estado clínico confirme o exoftalmo, a motivação para a presença da proptose pode ter outras origens como: anormalidade nos vasos sanguíneos oculares, tumores, lesão nos olhos, infecções, leucemia aguda e outros casos, que podem ser investigados com um oftalmologista com experiência em patologias da órbita.

Os exames para descompressão da órbita são, basicamente, a exoftalmometria, a tomografia, a ressonância magnética e o campo visual, opções que proporcionarão um quadro completo do estado clínico e a definição de qual tratamento será indicado pelo médico oftalmologista.

Cirurgia para descompressão de órbita

A cirurgia para descompressão de órbita, como informado anteriormente, é capaz de reparar a proptose, independentemente da sua causa originária. Ela é indicada se a correção depender da retirada de um pequeno fragmento de osso ou tecido da órbita.

Se as pálpebras forem as protagonistas do desconforto ocular, realiza-se a cirurgia palpebral e, por fim, se o objetivo for recuperar os olhos a sua posição correta e extinguir a diplopia, trata-se o paciente com a intervenção nos músculos extraoculares.

Como faço para agendar uma cirurgia?

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